8 de abril de 2011
7 de abril de 2011
Dia Mundial da Saúde
Este ano o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para comemorar o dia, é “Resistência aos anti-microbianos: se não actuarmos hoje, não haverá cura amanhã”, debatendo o tema que se têm falado ultimamente de Portugal ser dos países que mais se “abusa” de antibióticos.
Com este dia, A OMS aconselha as pessoas a respeitarem as opiniões dos profissionais de saúde e no tempo de toma de qualquer antibiótico, respeitar a dose e nunca interromper o tratamento, mesmo que a doença comece a desaparecer antes do tempo previsto para acabar o tratamento.
Ter saúde é garantir a condição de bem-estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.
18 de novembro de 2010
INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS (ILPI)
São estabelecimentos para atendimento integral institucional, cujo público alvo são as pessoas de 60 anos e mais, dependentes ou independentes, que não dispõem de condições para permanecer com a família ou em seu domicílio.Essas instituições, conhecidas por denominações diversas abrigo, asilo, lares, casa de repouso, clínica geriátrica e ancianato devem proporcionar serviços na área social, médica, de psicologia, de enfermagem, fisioterapia, terapia ocupacional, odontologia, e em outras áreas, conforme necessidades desse segmento etário (SBGG-SP).
O aumento de idosos dependentes e com necessidades especiais, torna complexo o seu atendimento nas ILPs, pois não basta proporcionar-lhes abrigo, alimentação, recreação e encaminhamento para cuidados médico-hospitalares, quando necessários. Por isso, não se pode pensar apenas num programa de assistência social. Não podem faltar dieta adequada, os cuidados diários de enfermagem e todos os programas que promovam e mantenham a autonomia do idoso, além da criação de um ambiente adequado e seguro para o idoso dependente.
Temos defendido que a ILP é uma moradia, mas uma moradia especializada. Por isso, achamos apropriado o emprego da expressão, que se encontra na literatura internacional: serviço de natureza híbrida ou mista, médico-social, onde se conjugam os serviços de assistência social e de assistência à saúde.
É um atendimento que exige uma equipe multi-profissional e com preparo básico em Gerontologia. (Tomiko Born – gerontóloga)
11 de novembro de 2010
11 de Novembro: Dia de São Martinho
Lenda do São Martinho
Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente:
é o Verão de São Martinho.
Neste dia, no nosso país, a Tradição manda que se festeje com as castanhas, prova-se o vinho novo, água-pé e Bom Convívio!
6 de outubro de 2010
Centenário
Os Nossos Parabéns ao Sr. Domingos pelos seus100 anos!
O nosso utente o Sr.Domingos Simões nasceu no dia 06 de Outubro de 1910.
Comemoramos no Lar São Mateus, com uma bonita festa, o seu Centenário.
1 de outubro de 2010
DIA MUNDIAL DO IDOSO
Neste dia homenageamos os nossos utentes que estão na idade das experiências vividas e da sabedoria. Nestas comemorações do Dia Internacional do Idoso, partilhamos alegres momentos de convívio durante a nossa animação social.
Saber envelhecer é uma arte e uma virtude.
5 de agosto de 2010
Plano de contingência para as ondas de calor em Portugal - VERÃO 2010
RECOMENDAÇÕES PARA ESTABELECIMENTOS DE ACOLHIMENTO DE IDOSOS
A exposição ao calor intenso constitui uma agressão para o organismo, podendo desencadear efeitos graves como desidratação, agravamento de doenças crónicas, esgotamento, golpe de calor ou mesmo a morte. Existem grupos de risco, os quais quando expostos a episódios de calor intenso, apresentam maior probabilidade de desenvolver esses sintomas. Um desses grupos é constituído pelos idosos, sobretudo aqueles que apresentam idades iguais ou superiores a 75 anos, aos quais é necessário dar um maior apoio e atenção.
Sinais de Alerta e Acções a Desenvolver
Os primeiros sinais de um golpe de calor incluem:
• Modificação do comportamento habitual;
• Grande fraqueza e/ou grande fadiga;
• Dificuldade recente em se mobilizar;
• Tonturas, vertigens, perturbações da consciência, convulsões;
• Náuseas, vómitos, diarreia;
• Cãibras musculares;
• Temperatura corporal elevada; • Sede e dores de cabeça.
As acções a desenvolver incluem:
• Transferir o utente para uma divisão climatizada;
• Avaliar a temperatura corporal;
• Refrescar o utente o mais rapidamente possível:
- Deitar e envolver com toalhas húmidas;
- Fazer um duche de água tépida;
• Nebulizar o utente com água fresca;
• Dar água a beber, se a pessoa estiver consciente;
• Não utilizar aspirina ou paracetamol;
• Contactar o médico;
• Contactar o serviço Saúde 24 – 808 24 24 24 ou o “Número Nacional de Socorro” (SOS) – 112.
Para mais informações:
No sitio: http://www.ali.pt/downloads/not19.pdf
• Sitio da Direcção-Geral da Saúde: www.dgs.pt (área “Especial Verão”)
BIBLIOGRAFIA
Les Recommandations “Canicule”, Le Ministère de la Santé de France, 2007
A exposição ao calor intenso constitui uma agressão para o organismo, podendo desencadear efeitos graves como desidratação, agravamento de doenças crónicas, esgotamento, golpe de calor ou mesmo a morte. Existem grupos de risco, os quais quando expostos a episódios de calor intenso, apresentam maior probabilidade de desenvolver esses sintomas. Um desses grupos é constituído pelos idosos, sobretudo aqueles que apresentam idades iguais ou superiores a 75 anos, aos quais é necessário dar um maior apoio e atenção.
Sinais de Alerta e Acções a Desenvolver
Os primeiros sinais de um golpe de calor incluem:
• Modificação do comportamento habitual;
• Grande fraqueza e/ou grande fadiga;
• Dificuldade recente em se mobilizar;
• Tonturas, vertigens, perturbações da consciência, convulsões;
• Náuseas, vómitos, diarreia;
• Cãibras musculares;
• Temperatura corporal elevada; • Sede e dores de cabeça.
As acções a desenvolver incluem:
• Transferir o utente para uma divisão climatizada;
• Avaliar a temperatura corporal;
• Refrescar o utente o mais rapidamente possível:
- Deitar e envolver com toalhas húmidas;
- Fazer um duche de água tépida;
• Nebulizar o utente com água fresca;
• Dar água a beber, se a pessoa estiver consciente;
• Não utilizar aspirina ou paracetamol;
• Contactar o médico;
• Contactar o serviço Saúde 24 – 808 24 24 24 ou o “Número Nacional de Socorro” (SOS) – 112.
Para mais informações:
No sitio: http://www.ali.pt/downloads/not19.pdf
• Sitio da Direcção-Geral da Saúde: www.dgs.pt (área “Especial Verão”)
BIBLIOGRAFIA
Les Recommandations “Canicule”, Le Ministère de la Santé de France, 2007
26 de julho de 2010
26 de Julho- DIA DOS AVÓS
Este dia constitui uma homenagem aos avós de todo o mundo e celebra-se a 26 de Julho de cada ano. A escolha deste dia tem a haver com o facto deste ser o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. O Dia dos Avós tem como objectivo destacar e promover o papel dos avós no seio da família.
4 de junho de 2010
Jogos e Actividades no Lar São Mateus
"O jogo proporciona benefícios para a saúde física e mental dos idosos. O facto de o idoso se manter ocupado com actividades gratificantes ajuda a diminuir sentimentos de solidão, melhora o humor e motivação, facilita a adaptação à aposentadoria, expande a satisfação dos níveis de vida, melhora a comunicação das competências, potencia a percepção sensorial, exercita as competências cognitivas, aumenta os níveis de auto-estima e melhora a manutenção de hábitos saudáveis."
IN: Jogos e Actividades para Idosos
Sónia Oliveira Lamas (2010)
IN: Jogos e Actividades para Idosos
Sónia Oliveira Lamas (2010)
18 de maio de 2010
Anemia nos Idosos
A anemia não deve ser considerada uma consequência inevitável do envelhecimento. Uma causa pode ser definida em aproximadamente 80 por cento dos pacientes idosos. As causas mais comuns são as doenças crónicas e a deficiência de ferro. A deficiência de vitamina B12 e de folato, o sangramento gastrointestinal e a síndrome mielodisplásica estão entre as outras causas de anemia nesse grupo de pacientes..
A maior incidência de anemia nessa faixa etária levou à especulação de que a redução nos níveis de hemoglobina podia ser uma consequência normal do envelhecimento. No entanto, há pelo menos dois motivos pelos quais se deve considerar a anemia como um sinal de doença. Em primeiro lugar, a maioria das pessoas mais idosas mantém a contagem de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito normais. Segundo, na maioria dos pacientes idosos com hemoglobina inferior a 12 g por dL, uma causa subjacente de anemia pode ser encontrada.
Mesmo que a alta prevalência de anemia em idosos faça com que o médico espere encontrá-la frequentemente, várias características da doença contribuem para que ela seja negligenciada. O aparecimento dos sinais e sintomas costumam ser insidiosos, e muitos pacientes ajustam as suas actividades a sua nova situação, ao mesmo tempo em que o organismo promove uma adaptação fisiológica à condição clínica. Os sintomas clássicos de anemia, como fadiga, fraqueza e dispneia, não são específicos e tendem a ser atribuídos ao próprio envelhecimento. A palidez é um sinal confiável, e a sua presença deve ser confirmada através de exame de sangue.
Caso apresente sintomatologia de risco consulte o seu médico.
Referências: Daly MP. Anemia in the elderly.
Am Fam Physician 1989;39:129-36.
Am Fam Physician 2000;62:1565-72.
A maior incidência de anemia nessa faixa etária levou à especulação de que a redução nos níveis de hemoglobina podia ser uma consequência normal do envelhecimento. No entanto, há pelo menos dois motivos pelos quais se deve considerar a anemia como um sinal de doença. Em primeiro lugar, a maioria das pessoas mais idosas mantém a contagem de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito normais. Segundo, na maioria dos pacientes idosos com hemoglobina inferior a 12 g por dL, uma causa subjacente de anemia pode ser encontrada.
Mesmo que a alta prevalência de anemia em idosos faça com que o médico espere encontrá-la frequentemente, várias características da doença contribuem para que ela seja negligenciada. O aparecimento dos sinais e sintomas costumam ser insidiosos, e muitos pacientes ajustam as suas actividades a sua nova situação, ao mesmo tempo em que o organismo promove uma adaptação fisiológica à condição clínica. Os sintomas clássicos de anemia, como fadiga, fraqueza e dispneia, não são específicos e tendem a ser atribuídos ao próprio envelhecimento. A palidez é um sinal confiável, e a sua presença deve ser confirmada através de exame de sangue.
Caso apresente sintomatologia de risco consulte o seu médico.
Referências: Daly MP. Anemia in the elderly.
Am Fam Physician 1989;39:129-36.
Am Fam Physician 2000;62:1565-72.
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