10 de outubro de 2008



A população mundial de idosos aumenta surpreendentemente, fenômeno explicado pelas descobertas científicas de um modo geral, o que melhorou a qualidade e expectativa de vida da população.

É um processo universal e está inter-relacionado aos aspectos biológicos, psicológicos e sociais.

É individual e difere entre as pessoas no que diz respeito à forma de envelhecer, a velocidade e a vivência, pois as alterações físicas e fisiológicas geram mudanças a nível intelectual provocando uma resposta psicológica que é influenciada também pelo meio social em que vive ou envelhece.

A vida é um constante processo de modificações e a cada fase de seu desenvolvimento ocorrem transformações múltiplas acompanhadas de seus próprios desafios.

A saúde é o principal motivo de diminuição de bem-estar neste grupo etário, mas também a solidão e a falta de condições económicas ou de estudos condicionam a qualidade de vida dos nossos seniores.

"Apenas 34,1% dos portugueses com idade igual ou superior a 65 anos consideram o seu estado de saúde actual positivo e apenas 28,7% apresentam níveis de bem--estar psicológico elevados", conclui o estudo Bem Estar 65, conduzido pela empresa KeyPoint, a pedido do Instituto de Formação e Inovação na Saúde (Forpoint), o "maior estudo sobre qualidade de vida e bem-estar psicológico realizado em Portugal" e divulgado hoje.



De acordo com a Organização Mundial de Saúde

"O importante é não apenas acrescentar anos à vida, mas sim, acrescentar vida aos anos".

8 de outubro de 2008

Artrose - aprenda um pouco sobre essa doença e saiba como lidar com ela


Neste Artigo:

- O que é artrose?
- Quais são as causas?
- Quais são os sintomas?
- Como tratar?

"A artrose é a mais comum das doenças reumáticas, acomete tanto homens como mulheres e aumenta sua incidência com a idade. Vários fatores então envolvidos no seu aparecimento e seu principal sintoma é a dor nas articulações. O tratamento da artrose inclui várias medidas que melhoram a qualidade de vida, como exercícios físicos, repouso, controle do peso e medicamentos para controle da dor."

O que é artrose?

A artrose, também conhecida como osteoartrose, osteoartrite, artrite degenerativa e doença articular degenerativa, é uma doença reumática que incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna, quadril, mãos e dedos. Ocorre tanto em homens como em mulheres, sendo a mais comum das doenças reumáticas. Mais de 70% das pessoas, acima de 70 anos, tem evidência radiográfica desta doença, mas apenas parte destas desenvolvem sintomas.

Na artrose ocorre o desgaste progressivo da cartilagem das "juntas" (articulações) e uma alteração óssea, os chamados "bicos de papagaio". Fatores hereditários e fatores mecânicos podem estar envolvidos no seu aparecimento.

Quais são as causas?

A artrose atualmente é considerada como tendo uma causa multifatorial, envolvendo fatores genéticos, mecânicos e metabólicos.

A artrose pode ser divida em primária (sem causa conhecida) ou secundária (com causa conhecida). A primária pode afetar as juntas dos dedos, mãos, bacia, joelhos e coluna, e ocorre mais freqüentemente em idosos. A artrose secundária pode afetar qualquer articulação como seqüela de uma lesão articular de causas variadas, como traumatismos, defeitos das articulações, hipotireoidismo, diabetes, etc, e pode ocorrer em qualquer idade.

A participação da hereditariedade é importante, principalmente em certas apresentações clínicas, como os nódulos dos dedos das mãos, chamados de nódulos de Heberden (na junta da ponta dos dedos) ou Bouchard (na junta do meio dos dedos).

Além dos fatores genéticos, outros fatores são considerados de risco para a artrose, como a obesidade e certos tipos de atividades repetitivas e com sobrecarga de articulações.

Quais são os sintomas?

No início a artrose pode não apresentar sintomas, sendo vista somente através de radiografias. A dor é o principal sintoma, que no início ocorre apenas com a movimentação da articulação afetada e melhora com o repouso, mas que progride para uma dor profunda até mesmo em repouso. Muitas vezes a dor é acompanhada de uma rigidez ao levantar-se pela manhã ou após longo período sentado. Pode ocorrer também diminuição dos movimentos, ruído na articulação (crepitações), inchaço na articulação, deformidades e falta de firmeza ao realizar movimentos.

Como tratar?

Por se tratar de uma doença crônica, o seu tratamento deve ser iniciado tão precocemente quanto possível e de forma individualizada. O objetivo principal do tratamento é o alívio da dor, proporcionando melhora na qualidade de vida, através da manutenção ou recuperação da capacidade do indivíduo em realizar suas atividades habituais.

As formas de tratamento da artrose são: medicamentos e terapias não-medicamentosas, sendo que nestas formas estão incluídas as medidas fisioterápicas, ocupacionais e orientações psicológicas e nutricionais. Os tratamentos buscam controlar a dor, manter ou ganhar força muscular e mobilidade articular, prevenir e minimizar os efeitos da doença, no que se refere aos movimentos ou às possíveis deformidades articulares. Tenta-se, dessa forma, diminuir a evolução das lesões nas articulações.

O tratamento medicamentoso para a dor pode ser feito com o uso de analgésicos simples, como o acetaminofeno e nos casos sem resposta satisfatória pode-se usar antiinflamatório. Deve-se evitar o uso de antiinflamatórios em idosos com doença renal e com risco aumentado de sangramento digestivo.

Injeções de substâncias dentro das articulações (esteróides) também podem controlar os sintomas articulares, mas apenas por breve período de tempo. Outros medicamentos então sendo estudados para melhorar o curso dessa doença.

Fonte: UOL SAÚDE.

26 de agosto de 2008

Fisioterapia prolonga a independência de idosos com Alzheimer e retarda progressão da doença


Embora em sua fase inicial a doença traga apenas perdas cognitivas e de linguagem, a fisioterapia deveria ser iniciada logo após o diagnóstico. Tratamento traz benefícios aos idosos ao aumentar seu equilíbrio e força muscular

Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.

Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.

Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.

Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.

"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.

Quedas e equilíbrio
A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.

O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáveis com o de pacientes com Alzheimer: enquanto 45% dos primeiros sofreram pelo menos uma queda no ano anterior, nos com a doença o número foi de 50%. "Quedas em idosos são sempre um problema grave. Elas podem causar hematomas e fraturas, levando até a cirurgias e hospitalização. Além disso, a instabilidade e o medo de novas quedas pode aumentar a dependência, o que ainda é mais grave nos idosos com Alzheimer - já propensos a isso", explica a pesquisadora. Além disso, existe a possibilidade de evoluírem para uma depressão, por ficarem mais restritos.

Os idosos com diagnóstico de Alzheimer na fase leve apresentaram mais quedas que os na fase moderada. "Isso acontece porque eles ainda se expõem mais. Os que estão num estágio mais avançado da doença já andam sempre acompanhados e normalmente não se lembram de terem caído quando estavam sozinhos". Também é importante evitar o uso excessivo de remédios para alterações do comportamento e agressividade, comuns nesta doença. Esses medicamentos podem facilitar as quedas, aumentando o desequilíbrio e provocando grande sonolência - o que deixa o idoso menos ativo, diminui sua força muscular e traz maior dependência.

Fonte: http://www.usp.br/

6 de agosto de 2008

20 Maneiras de conservar a saúde

"A única maneira de conservar a saúde é comer o que não quer, beber o que
não gosta e fazer o que preferiria não fazer'.

Em muitos casos a frase de Mark Twain soa
verdadeira.

No entanto, as universidades de Harvard e
Cambridge
publicaram recentemente um compêndio com 20
conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de
vida de forma prática e habitual:

- um copo de suco de laranja diariamente para
aumentar o ferro e repor a vitamina C.

- salpicar canela no café (mantém baixo o
colesterol e estáveis os níveis de açúcar no
sangue).

- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão
integral
que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais
zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão
branco.

- Mastigar os vegetais por mais tempo. Isto
aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo.
Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais,
melhor efeito preventivo
têm.

- Adoptar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da
comida que ia ingerir evita transtornos
gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o
risco
de diabetes e ataques de coração.

- O futuro está na laranja, que reduz em 30% o
risco de câncer de pulmão.
- Fazer refeições coloridas como o arco-íris.
Comer uma variedade de vermelho, laranja,
amarelo,
verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria
uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e
minerais.

- Comer pizza. Mas escolha as de massa fininha.
O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o
crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando
os tomates
estão em molhos para massas ou para pizza.

- Limpar sua escova de dentes e trocá-la
regularmente. As escovas podem espalhar gripes
e
resfriados e outros germes. Assim, é
recomendado
lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes
à
semana (aproveite o banho no chuveiro),
sobretudo
após doenças quando devem ser mantidas separadas
de outras escovas.
- Realizar actividades que estimulem a mente e
fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou
quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um
idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro
e
memorize parágrafos.

-usar fio dental e não mastigar chicletes.
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como
resultado
que as pessoas que mastigam chicletes têm mais
possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois
tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que
pode
preceder a um ataque do coração. Usar fio
dental
pode acrescentar seis anos a sua idade biológica
porque remove as bactérias que atacam aos dentes
e
o corpo.

- Rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout',
um
pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas
equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o
estreasse e acorda células naturais de defesa e
os
anticorpos.

- não descascar com antecipação. Os vegetais ou
frutas, sempre frescos, devem ser cortados e
descascados na hora em que forem consumidos.
Isso
aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.

- Ligar para seus parentes/pais de vez em
quando.
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard
concluiu que 91% das pessoas que não mantém um
laço afectivo com seus entes queridos, particularmente
com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo
ou
doenças cardíacas em idade temporã.

- Desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum
contém menos níveis de antioxidantes que o chá
verde, e beber só uma xícara diária desta
infusão
diminui o risco de doenças coronárias.
Cientistas
israelenses também concluíram que beber chá
aumenta a sobre vida depois de ataques ao coração.

- ter um animal de estimação. As pessoas que
não
têm animais domésticos sofrem mais de estreasse e
visitam o médico regularmente, dizem os
cientistas
da Cambridge University. Os mascotes fazem você
sentir se optimista, relaxado e isso baixa a
pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um
peixinho dourados pode causar um bom resultado.

- Colocar tomate ou verdura frescas no
sanduíche.
Uma porção de tomate por dia baixa o risco de
doença coronária em 30%, segundo cientistas da
Harvard Medical School.

- Reorganizar a geladeira. As verduras em
qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias
nutritivas, porque a luz artificial do
equipamento
destrói os flavonóides que combatem o câncer que
todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área
reservada a ela, aquela caixa bem em baixo.

- Comer como um passarinho. A semente de
girassol
e as sementes de sésamo nas saladas e cereais
são
nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre
as refeições reduz o risco de diabetes.

- E, por último, um mix de pequenas dicas para
alongar a vida: comer chocolate. Duas barras
por
semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte
de ferro, magnésio e potássio.

- Pensar positivamente. Pessoas optimistas podem
viver até 12 anos mais que os pessimistas, que
ademais pegam gripes e resfriados mais
facilmente.

- Ser sociável. Pessoas com fortes laços
sociais
ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que
as
pessoas solitárias ou que só têm contacto com a
família.

- conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e
aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm
35% de probabilidade de viver mais tempo.

Não parece tão sacrificante, não é verdade?
Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente
tornam-se hábitos...
É exactamente o que diz uma certa frase de
Sêneca:

'Escolha a melhor forma de viver e o costume a
tornará agradável!'

'Viver é ser cada qual em sua essência'

20 de julho de 2008

Actividade Mental Modifica o Cérebro


Durante muitos anos acreditou-se que, a partir de certa idade, o número de neurónios não se renovava. Porém, as últimas investigações da neurociência demonstram que o cérebro pode-se regenerar mediante o seu uso e potenciação. A chave chama-se: “Neuroplasticidade”, que significa moldar a mente, o cérebro, através da actividade.

Em Março de 2000, investigadores da Universidade de Londres descobriram que os taxistas dessa cidade tinham uma parte do cérebro, o Hipocampo, região importante para a memória espacial, mais desenvolvida que a maioria das pessoas.

Em 2002 cientistas alemães descobriram o mesmo desenvolvimento na Circunvolução de Heschl dos músicos, área do córtex cerebral, importante para processar a música.

Em 2004 o Instituto de Neurologia de Londres obteve os mesmos resultados, na circunvolução angular esquerda, estrutura cerebral importante para a linguagem, no cérebro das pessoas bilingues.

Estas experiências permitem as seguintes conclusões: os seres humanos podem renovar os neurónios ao longo da vida. O esforço para criar neurónios novos pode aumentar mediante o esforço mental.
Os efeitos são específicos. De acordo com a natureza da actividade mental, os novos neurónios multiplicam-se com especial intensidade nas zonas do cérebro que mais usamos. Isto denomina-se “neuroplasticidade”, isto é, a actividade mental pode moldar a mente, e demonstra a importância de manter actividade mental intensa, ao longo do envelhecimento.

O exercício físico protege a saúde cardiovascular. O exercício cognitivo protege a saúde cerebral e é factor de protecção contra demência e senilidade.
O estudo da neuroplasticidade demonstra que os cérebros das pessoas mais idosas não degeneram, mas têm uma evolução particular, de acordo com a actividade realizada, o que torna essas pessoas “sábias” quando chega a velhice.
À medida que envelhecemos, dá-se, de modo natural, uma deterioração maior no hemisfério direito do que no esquerdo, já que este é o encarregado de colocar em marcha tarefas já aprendidas e consolidadas. Para aprender algo novo necessitamos mais do hemisfério direito, mas quando alcançamos certo nível de perícia, essas actividades passam a ser controladas pelo esquerdo.
Porém, a estimulação cognitiva, que obriga a utilizar o hemisfério direito, é um ingrediente no estilo de vida que ajuda a evitar a deterioração do cérebro.
A corrente científica dominante suporta a afirmação de que a vida mental intensa desempenha um papel essencial no bem-estar cognitivo, nas etapas avançadas da vida.
Daí a conveniência de incluir o exercício cognitivo regular no nosso estilo de vida.

Fonte: Elkhonon Goldberg, Neurologista da Universidade de Nova York, Director do Instituto de Neuropsicología e Funcionamento Cognitivo.

1 de julho de 2008

Segurança e Medicina do Trabalho

As condições de trabalho nunca foram levadas em conta, até meados do século XX, sendo importante a produtividade, mesmo que tal implicasse riscos de doença ou mesmo à morte dos trabalhadores. Apenas a partir da década de 50 a 60, surgem as primeiras tentativas sérias de integrar os trabalhadores em actividades devidamente adequadas às suas capacidades.

Actualmente em Portugal existe legislação que permite uma protecção eficaz de quem integra actividades industriais, ou outras, devendo a sua aplicação ser entendida como o melhor meio de beneficiar simultaneamente as Empresas e os Trabalhadores na salvaguarda dos aspectos relacionados com as condições ambientais e de segurança de cada posto de trabalho.

O Lar São Mateus, está assegurado com os serviços da Clínica São Marcos a qual dispõe de Unidade Móvel para realizar Exames e Consultas de Medicina do Trabalho no próprio local de laboração.
O serviço é realizado com todos os nossos funcionários, nomeadamente através da realização de exames médicos, nos termos e condições previstos na legislação aplicável.


Dra. Viviane Gonçalves Gondim Silva
Directora Técnica